igor lugris - poesia para ver, poesia para ler
do 6 de febreiro ao 28 de febreiro de 2009
 
     
 

 

Igor Lugris, (Melide, 1917), licenciado en Filologia Hispánica, reside desde há mais de seis anos no Bierzo. Poeta e escritor, publicou três livros de poemas: “Quen nos defende a nós dos idiotas” (ed. Letras de Cal, 1998), “Mongólia” (Artefacto Editorial, 2001), “O Livro das Confusons” (Ediçons Infinitas, 2007). Poemas seus aparecem nas antologias “d’Efecto 2000. Antoloxía de poesia galega dos 90” ( ed. Letras de Cal, 2000), e “25 anos de poesia galega. 1975-2000” (La Voz de Galicia, 2002).

Participou em numerosos livros e volumes colectivos, entre os que destacan: “Dous anos, catro meses e un día” (1995), “Vis á Vis” (1997),“O entrelazo das palabras” (1999), “Intervención poética” (2000), “O músculo da boca” (2001), “Pedimos a palavra” (2002), “Poemas por Alexandre” (2002), “Dez por Dez” (2007), “Volverlles a palabra” (2006), “A Coruña A luz das Letras” (2008), etc...

Desde internet, promoveu e cordenou diversas iniciativas literárias, com o denominador comum da criaçom colectiva e o achegamento informal à leitura e à escritura. Um dos resultados desse trabalho foi a criaçom do cadáver esquisito “Há umha certa luz incompreensível na distáncia”, no que participarom mais de 50 autores/as. Com os quase 100 poemas resultantes, organizou e comisariou umha exposiçom chamada “Expocadáver”, em Abril de 2007 na Galeria Dosmilvacas.arte, em Ponferrada.

Cordenou, comisariou e participou na exposiçom “alimetARTE. Encontro artístico, literário e gastronómico”, celebrado na Galeria Dosmilvacas.arte, entre os messes de Junho e Julho de 2007., e na que participarom uns 20 artistas de diversas disciplinas: escritores/es, fotógrafas/os, escultores/as, pintoras/es, artistas multimédia, etc...

Mantém na rede o blogue “Ovnis e Isoglosas”, e a galeria de Flickr “poesia_para_ver poesia_para_ler”.

 

para ver e ler

poesia para Ver/poesia para Ler é um projecto literário em permanente construçom, que procura novos caminhos de expressom, novas formas de contacto com o público/leitor, convertindo o poema num objecto plástico que se poda ao tempo ler e ver, recitar e expor, num intento de achegar a poesia, e a literatura em geral a novos públicos, intentando romper o muro que separa a criaçom da vida cotiá. O resultado: poemas/cartazes que poderiam estar nas paredes dumha casa, dumha oficina, dum bar, dumha rua,...

Poemas que se convirtem em imagens, imagens que se conviertem em versos, versos que procuram um cartaz, cartazes que mostram imagens... O nascimento do projecto há que procurá-lo em Maio de 2007, quando Igor Lugris, com motivo do Dia das Letras, realiza umha ediçom especial do seu poema “A minha língua quero na tua boca”, consistente na publicaçom de 6 cartóns e 12 autocolantes com diversas imagens e iconas da cultura pop atopadas na rede e pertencentes a diversos artistas: Rodchenko, Andy Warhol, Roy Lichtenstein, a Bauhaus,..., cartazes de filmes, etc.

A exposiçom mostrou-se por vez primeira ao público num recital poético celebrado na localidade berziana de Cabanas Raras o dia 21 de Julho de 2008, coincidindo com as festas dessa vila. Anteriormente, as primeiras versons de alguns cartazes foram usadas para umha charla-recital celebrada na Escola Oficial de Idiomas de Ponferrada, em Maio de 2008, com motivo do Dia das Letras.

Em Setembro de 2008, foi exposta dentro dos actos celebrados com motivo do XXII Festival da Poesia do Condado, celebrado em Salvaterra de Minho, dos dias 4 a 6 de Setembro de 2008. Posteriormente, estivo exposta no Baiuca Vermelha, pub-local social da vila de Ponte Areias, durante o mês de Setembro e Outubro; e n’O Pichel, local social da Asoc. Cultural A Gentalha do Pichel, em Compostela, durante o mês de Dezembro. Entre o 9 e o 23 de Janeiro, estivo novamente exposta em Cabanas Raras, dentro da programaçom da sua Casa da Cultura, celebrando-se um recital de poesia o 17 de Janeiro.

O projecto medra sem fim.

Defende a cultura: copia todo o que saibas, todo o que podias, todo o que queiras.

Todo é de tod@s.

 

 
 
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